Também eu acalento um sonho tal como em tempos não muito longínquos Martin Luther King.
Sonho com um Portugal diferente e a minha esperança é que no final deste túnel que agora atravessamos, se possa ver a luz e que tudo isto tenha um objectivo, o de efectivamente corrigir o que está mal e evitar que volte a acontecer no futuro.
Em 1974, Portugal teve uma revolução e com essa revolução inspirou outros a segui-lo. Mas hoje não estamos mais democráticos nem mais fortes economicamente, não estamos onde poderíamos estar.
O meu sonho é que daqui a 20 anos algo se tenha alterado e que Portugal não seja mais conhecido pelo coitadinho, o país dos tristes, do fado mas sim por outros feitos de maior importância e que sejam um exemplo.
Já vimos outros países pequenos e sem recursos naturais a conseguirem-no, porque não Portugal?
Sonho portanto que seremos o país do mundo com o menor indíce de corrupção pois passámos a ter uma justiça atenta, justa, célere, desburocratizada com uma fiscalização que funciona e existe. O crime deixa de compensar, o poder político é isento e responsabilizado pelos seus actos. Apenas os mais competentes e que efectivamente querem fazer algo e têm ideias para o país, serão eleitos.
Sonho que seremos um exemplo a seguir porque as nossas instituições estatais funcionam para facilitar e para servir os cidadãos. Não mais perderemos dias em filas e em discussões absurdas com os funcionários destas instituições, pois eles compreenderão bem o seu papel e tudo farão para agilizar os processos e não terem os cidadãos que andar atrás dos processos para que estes se resolvam.
Sonho com um Estado que honra os seus compromissos e paga a tempo e horas permitindo que empresas e cidadãos também possam por sua vez honrar os seus compromissos. O Estado não abusa do seu poder e é um exemplo a seguir.
Sonho com um país onde eu saberei onde são empregues os meus impostos e usufruo efectivamente de um serviço compatível com a carga fiscal.
Sonho com um país que é conhecido pela excelência da sua educação e pela qualidade dos seus profissionais e não mais seremos conhecidos por sermos low cost.
Um país onde a produtividade nada tem a ver com o nº de horas trabalhadas e onde se preza a qualidade de vida e onde fará sentido ter filhos e apoiar os seus idosos pois haverá tempo, pois haverá mais eficiência no trânsito, na ligação entre os transportes públicos, no trabalho, nas reuniões, no tratamento com as entidades públicas.
Seremos conhecidos pela inovação e criatividade.
Sonho com um país onde se optará por construir jardins em vez de prédios onde há soluções energéticas baseadas em sistemas naturais não poluentes e sustentáveis.
Sonho com um país que não destroi as suas florestas, os seus rios e mar.
Sonho com um país que é conhecido pela sua experiência maritima e é especialista nessa área a nível mundial.
Sonho com um país onde na escola há interesse realmente em ter o maior número de alunos com bons resultados e que todos têm oportunidades iguais de aceder à formação.
Sonho com um país onde a excelência começa de cima e serve de exemplo a todos, desde pais, professores, políticos, dirigentes políticos, responsáveis máximos de entidades de referência.
Sonho que teremos um recorde de prémios Nobel em áreas como a Medicina, Química, Fisica.
É muito mais interessante ser conhecido por ser-se originário de um país de excelência do que ser-se conhecido pelo futebol ou pelo Sol.
Sim temos o Sol e temos a boa comida e devemos manter. Devemos aperfeiçoar o que temos e que somos bons mas temos de ir mais além.
Há cada vez mais cidadãos que não se revêem no actual estado das coisas. Não pelo estado de austeridade e redução de serviços, democracia.
Mas também pelo facto de não se reverem na forma como as coisas têm funcionado até aqui e que em parte nos trouxe até esta paragem desoladora em que estamos.
Temos condições, sempre tivemos de fazer muito mais do que temos feito. Somos capazes, temos qualidades, temos condições físicas, humanas, históricas. Deitar tudo fora sem aproveitar estas condições é desperdício e isso aflige-me e também a muitos outros portugueses.
Vamos tentar que tudo isto que estamos a passar se torne um mau sonho do qual conseguimos sair e ao qual não queremos voltar e vamos ser bons e reconhecidos por o sermos.
Outros países fizeram-nos. Muitos destes sonhos aqui referidos são realidades em muitos países do mundo, não é uma utopia. Só teremos de aplicar as best practices e segui-las e tornarmo-nos também uma best practice a seguir.
Sonho com um Portugal diferente e a minha esperança é que no final deste túnel que agora atravessamos, se possa ver a luz e que tudo isto tenha um objectivo, o de efectivamente corrigir o que está mal e evitar que volte a acontecer no futuro.
Em 1974, Portugal teve uma revolução e com essa revolução inspirou outros a segui-lo. Mas hoje não estamos mais democráticos nem mais fortes economicamente, não estamos onde poderíamos estar.
O meu sonho é que daqui a 20 anos algo se tenha alterado e que Portugal não seja mais conhecido pelo coitadinho, o país dos tristes, do fado mas sim por outros feitos de maior importância e que sejam um exemplo.
Já vimos outros países pequenos e sem recursos naturais a conseguirem-no, porque não Portugal?
Sonho portanto que seremos o país do mundo com o menor indíce de corrupção pois passámos a ter uma justiça atenta, justa, célere, desburocratizada com uma fiscalização que funciona e existe. O crime deixa de compensar, o poder político é isento e responsabilizado pelos seus actos. Apenas os mais competentes e que efectivamente querem fazer algo e têm ideias para o país, serão eleitos.
Sonho que seremos um exemplo a seguir porque as nossas instituições estatais funcionam para facilitar e para servir os cidadãos. Não mais perderemos dias em filas e em discussões absurdas com os funcionários destas instituições, pois eles compreenderão bem o seu papel e tudo farão para agilizar os processos e não terem os cidadãos que andar atrás dos processos para que estes se resolvam.
Sonho com um Estado que honra os seus compromissos e paga a tempo e horas permitindo que empresas e cidadãos também possam por sua vez honrar os seus compromissos. O Estado não abusa do seu poder e é um exemplo a seguir.
Sonho com um país onde eu saberei onde são empregues os meus impostos e usufruo efectivamente de um serviço compatível com a carga fiscal.
Sonho com um país que é conhecido pela excelência da sua educação e pela qualidade dos seus profissionais e não mais seremos conhecidos por sermos low cost.
Um país onde a produtividade nada tem a ver com o nº de horas trabalhadas e onde se preza a qualidade de vida e onde fará sentido ter filhos e apoiar os seus idosos pois haverá tempo, pois haverá mais eficiência no trânsito, na ligação entre os transportes públicos, no trabalho, nas reuniões, no tratamento com as entidades públicas.
Seremos conhecidos pela inovação e criatividade.
Sonho com um país onde se optará por construir jardins em vez de prédios onde há soluções energéticas baseadas em sistemas naturais não poluentes e sustentáveis.
Sonho com um país que não destroi as suas florestas, os seus rios e mar.
Sonho com um país que é conhecido pela sua experiência maritima e é especialista nessa área a nível mundial.
Sonho com um país onde na escola há interesse realmente em ter o maior número de alunos com bons resultados e que todos têm oportunidades iguais de aceder à formação.
Sonho com um país onde a excelência começa de cima e serve de exemplo a todos, desde pais, professores, políticos, dirigentes políticos, responsáveis máximos de entidades de referência.
Sonho que teremos um recorde de prémios Nobel em áreas como a Medicina, Química, Fisica.
É muito mais interessante ser conhecido por ser-se originário de um país de excelência do que ser-se conhecido pelo futebol ou pelo Sol.
Sim temos o Sol e temos a boa comida e devemos manter. Devemos aperfeiçoar o que temos e que somos bons mas temos de ir mais além.
Há cada vez mais cidadãos que não se revêem no actual estado das coisas. Não pelo estado de austeridade e redução de serviços, democracia.
Mas também pelo facto de não se reverem na forma como as coisas têm funcionado até aqui e que em parte nos trouxe até esta paragem desoladora em que estamos.
Temos condições, sempre tivemos de fazer muito mais do que temos feito. Somos capazes, temos qualidades, temos condições físicas, humanas, históricas. Deitar tudo fora sem aproveitar estas condições é desperdício e isso aflige-me e também a muitos outros portugueses.
Vamos tentar que tudo isto que estamos a passar se torne um mau sonho do qual conseguimos sair e ao qual não queremos voltar e vamos ser bons e reconhecidos por o sermos.
Outros países fizeram-nos. Muitos destes sonhos aqui referidos são realidades em muitos países do mundo, não é uma utopia. Só teremos de aplicar as best practices e segui-las e tornarmo-nos também uma best practice a seguir.
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